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Seu filho mudou e você não sabe mais como chegar perto dele?

Há 30 anos eu ajudo adolescentes a se encontrarem e pais a reconectarem com seus filhos.

Marcia Archanjo

Quando o adolescente sofre, a família inteira sente. E perceber isso já é o primeiro passo.

Isso lhe parece familiar?

Seu adolescente
está cada vez mais distante,
irritado ou ansioso

Você tenta conversar,
mas parece que fala
uma língua diferente

Percebe que algo
está errado, mas não sabe
por onde começar

Você mesmo está
sobrecarregado, sem saber
como apoiá-lo

Já tentou de tudo
e ainda sente que
nada funciona

Se você se identificou com algum desses pontos,
você está no lugar certo.

Atendimento Presencial na Tijuca & Online para todo o Brasil e exterior

Terapia Individual para Adolescentes

Orientação Parental

Sigilo e Privacidade

A adolescência não precisa ser uma guerra

Com o suporte certo, adolescentes desenvolvem autoconfiança, aprendem a lidar com emoções e constroem uma identidade sólida. E os pais voltam a ter uma relação de confiança com seus filhos, sem gritar, sem suplicar, sem se perder.

É isso que acontece quando a psicoterapia é conduzida por quem realmente entende essa fase.

Para os Adolescentes

Tudo pode começar com o isolamento: o adolescente se afasta, se fecha e parece apenas querer ficar sozinho. Com o tempo, surgem a ansiedade, a pressão constante, o medo do futuro e a dificuldade para lidar com desafios.

E, sem suporte, essas dores também afetam os relacionamentos, mas com ajuda, esse caminho pode ser transformado.

Para os Pais

Muitas famílias começam percebendo que a comunicação mudou: conversas simples viram brigas ou terminam em silêncio. Na tentativa de se aproximar, surge a sensação de afastar ainda mais quem se ama.

Com isso, aparece a impotência de ver o filho sofrendo sem saber exatamente como ajudar. Também nascem dúvidas constantes sobre o que fazer, como agir e qual caminho seguir.

Mas a adolescência pede novas ferramentas e com orientação, essa relação pode se reconstruir.

Essas experiências não são analisadas de forma isolada. Elas são compreendidas dentro da história de cada adolescente e família, e trabalhadas com intervenções específicas e adequadas a cada momento.

PRIMEIROS PASSOS

Você não precisa ter certeza para dar o primeiro passo.

É natural sentir dúvida antes de buscar ajuda. Não saber se “é grave o suficiente”, se o filho vai aceitar, se o momento é certo. Essas perguntas fazem parte.

O início do acompanhamento não exige respostas prontas. Começa com uma conversa sobre o que você está vivendo, o que está observando e o que espera do processo.

A terapia é um espaço para compreender, organizar e avançar. Para o adolescente e para a família.

O primeiro passo não é resolver tudo. É decidir que vale a pena tentar.

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SOBRE MIM

Quem é Márcia Archanjo??

CRP 05/17349

Sou psicóloga clínica formada pela UFRJ, com mais de 30 anos de experiência sendo os últimos 10 dedicados inteiramente à Psicologia da Adolescência e à Orientação Parental.

Minha prática combina rigor técnico, escuta genuína e um olhar que respeita o tempo de cada pessoa. Acredito que o adolescente não é um problema a ser resolvido, é alguém em processo de construção, que precisa de espaço, limite e presença ao mesmo tempo.

Trabalho com os pais não para “corrigi-los”, mas para ampliar o repertório deles diante de uma fase que desafia até as famílias mais estruturadas.

O que dizem quem já começou o processo:

Perguntas Frequentes

Como funciona a primeira consulta?

Quando o atendimento é para menores de 18 anos, a primeira sessão costuma ser realizada com os pais, mãe ou responsável, dependendo da dinâmica de cada família.

Depois, é marcada uma sessão com o adolescente para que ele conheça o processo, veja se se sente confortável e decida se deseja continuar.

Em seguida, as sessões passam a acontecer semanalmente no horário combinado. Em casos excepcionais, o primeiro atendimento pode ser feito diretamente com o jovem.

A partir de que idade atendo adolescentes?

O atendimento para adolescentes é realizado a partir dos 12 anos.

Os pais participam das sessões?

Os pais ou responsáveis participam inicialmente da primeira conversa. Após essa etapa, as sessões costumam acontecer apenas com o adolescente, mas o acompanhamento dos responsáveis pode acontecer pontualmente quando necessário.

Qual o valor da consulta?

O Conselho Federal de Psicologia não permite que valores sejam usados como forma de divulgação. 

Aceitam plano de saúde?

Não trabalhamos com planos de saúde. Porém, emitimos nota fiscal para solicitação de reembolso, caso o seu plano ofereça essa possibilidade

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ou me chame de onde estiver

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